COLANGIORESSONANCIA

COLANGIOPANCREATOGRAFIA POR RM (COLANGIORESSONÂNCIA)


A colangioressonância foi inicialmente descrita por Wallner em 1991 que, através do sinal hiperintenso do fluido estacionário nas imagens ponderadas em T2, conseguiu delinear as vias biliares sem a necessidade de administração do contraste.
É um método não invasivo, de elevada acurácia, permitindo a avaliação multiplanar da anatomia do trato biliar e pancreático sem os riscos inerentes das complicações observadas em algumas entidades clínicas, quando se utiliza a colangiopancreatografia endoscópica retrógrada (CPRE).
Dados recentemente publicados estabelecem a elevada sensibilidade da colangioressonância com aproximadamente 95% para dilatação e estenoses dos ductos biliares e pancreáticos e 72 a 95% para coledocolitíase.
A sensibilidade da colangioressonância para detecção de cálculos no ducto biliar comum é mais elevada (95%) do que o ultra-som e a tomografia computadorizada (60-90%).
Outra indicação da colangioressonância que supera a colangiopancreatografia endoscópica retrógrada é a demonstração satisfatória das estenoses ductais pós-operatórias ou complicações pós-operatórias de qualquer natureza onde a CPRE é impossível de ser realizada. Outro detalhe a favor da colangioressonância é o seu baixo preço em relação a CPRE.

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